NINAH MEDREI , DESDE 1998 LEVANDO A DANÇA DO VENTRE E O FOLCLORE ÁRABE PARA TODO O DISTRITO FEDERAL COM QUALIDADE, ÉTICA E PROFISSIONALISMO - ANO XI
agenda

FIQUE DE OLHO!!!!
AGENDA NINAH MEDREI JULHO E AGOSTO

Meninas e meninos,
A nossa programação p os próximos meses está um verdadeiro luuuuuuuuuuuuxo!!!
Confira e vem com a gente viver estes momentos de pura alegria e emoção!!!

AGENDA N.MEDREI - JULHO E AGOSTO



30/07/10 - 19:30h
CURSO DE DANÇA CLASSICA
BAILARINA - NADHINE KHALIL
LOCAL : NINAHMEDREI 114 NORTE BL D GALERIA

07/08/10 - 21h
SHOW NO RESTAURANTE LE TABOURET BISTRÔ- COND RK

13/08/10 21h
FESTA ÁRABE NO HOOKAH BAR 109 NORTE - PARTICIPAÇÃO LIVRE

14/08/10 - 20h
SUPER FESTA CIGANA COM BUFFET E MUITA DANÇA
LOCAL : NINAHMEDREI 114 NORTE BL D GALERIA

14/08/10 - 20h
SHOW NURHAN - SESC GAMA
Grupo NinahMedrei

19/08/10 17.00h
SHOW DALILAH - TEATRO DOS BANCÁRIOS


21/08/10
SHOW MONAH EM GOIÂNIA

E MAIS!!!!!!!

A PARTIR DE AGOSTO, AULAS REGULARES DE DABCKE E SAID
COM O BAILARINO E PROFESSOR

VALOR:95,00
PLANO MENSAL COM PG ATÉ O DIA 10 = 85,00
PLANO SEMESTRAL - 6 CH X 75,00
MATRÍCULAS ABERTAS
INF: 61 - 9115-3124 ARIS MEDREI


O que vem por aí!
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Ninah Medrei na ASA NORTE e Karol Thayná em SOBRADINHO
oferecem a você, excelente qualidade em dança do ventre e do folclore árabe
Faça uma uma aula experimental GRÁTIS!!!
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“Entre na dança !!!!!”

Ficar parado não faz bem e dançar é uma atividade corporal que promove a saúde física e mental.
Além de manter a boa forma, auxilia na melhora da auto-estima, trabalha o corpo e mexe com a emoção.

Deixe teu corpo falar a linguagem do amor. Dance!!!

Estamos com propostas super especiais para ex alunas. E mais!!!

Traga uma amiga para fazer aula e ganhe um brinde mais que legal.

Não perca tempo ligue já e vem DANÇAR!

9248.8173-3273.4578 Marcela / 9115.3124 - Aricelma

Deixe teu corpo falar a linguagem do amor. DANCE!!!.......4
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Vídeos:
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Viajar: um jeito especial de viver!!!!
Ninah Medrei e Hayat el Helwa oferecem a você uma viagem inesquecível!!!

EXERCÍCIO: CURSO PROFISSIONALIZANTE
(COM SOM)

Maravilhosas profissionais q fazem do Ninah Medrei um espaço encantador!!!
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Escolha aqui a bailarina e ou bailarinos que tornarão a tua festa espetacular e inesquecível!!!
CONTRATO PARA AULAS E SHOWS: (61) 9115.3124 / 3273.4578

Dança Cigana
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Aconteceu!!!!
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OS TEXTOS INFORMATIVOS SÃO PERIODICAMENTE SUBSTITUÍDOS
ACESSO A BIBLIOTECA DE TEXTOS
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Conhecendo OUM KOULSOUM
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Qualquer pessoa que conheça alguma coisa sobre música árabe, conhece o nome Oum Koulsoum. Esse nome é provavelmente o mais famoso dentre todos os nomes árabes ligados ao canto no mundo árabe. Oum significa mãe em árabe. Usando neste contexto é como se fosse um apelido, mas neste caso em especial, é o nome real de uma mulher que foi a " mãe" das mais conhecidas e amadas canções árabes de todos os tempos.
Você pode encontrar diferentes formas de grafia para este nome. Algumas vezes Om é pronunciado como : Um, Umn,Oum ou Omn. Koulsoum pode ser visto como: Kulthum, Kalsoum ou Khalthoum. Todas estas são versões fonéticas do mesmo nome.
Oum Koulsoum nasceu numa pequena vila , vinda de uma família simples, em 1904. Ela aprendeu a cantar em casa com seu pai, que era o líder religioso da mesquita local e suplementava seu magro rendimento se apresentando em casamentos e outras celebrações acompanhado de seus dois filhos, Oum e seu irmão. Os três sempre trabalhavam juntos. Em virtude de sua juventude e sua voz forte e excepcional, Oum logo se fez notada e se transformou em atração especial dentro do trio, por vezes fazendo a abertura das apresentações. Com o passar do tempo a família viajou mais longe e conseguiu aumentar seus preços para contratações. Ainda mesmo com o sucesso, a família relutava em ir para o Cairo, apesar de muitas pessoas encorajarem Om a levar sua carreira a frente na cidade que era e é até os dias de hoje, o centro dos negócios para a industria do entretenimento. Finalmente a família se mudou para o Cairo em 1923, quando Oum contava 19 anos.

Sua voz foi imediatamente notada e aclamada pela imprensa , mas tendo sido considerada ainda sem instrução , uma pedra preciosa a ser lapidada. Oum partiu em estudos , com diversos professores de música assim como poetas e a própria sociedade. Estudava para seguir os passos e as formas de comportamento de sua época tomando por exemplo as senhoras de elite, que eram seu público cativo em casas particulares onde ela se apresentava. Logo se tornou amiga daquelas pessoas que a contratavam e iniciava assim um novo momento em sua carreira.

Na primavera de 1926, Oum Koulsoum contratou pela primeira vez músicos profissionais para acompanhá-la cantando, e eles então tomaram o lugar de sua família. Por volta de 1928, ela elevou-se ao topo dentro do " ranking" dos cantores profissionais do Cairo.
Durante os anos 20 e 30, ela esteve na TV gravando comerciais que lançaram seu envolvimento, que duraria por toda a vida, com a mídia em massa.

Seus anúncios comerciais lhe ofereceram segurança financeira e conforto, então Oum pode ser seletiva acerca de suas oportunidades para se apresentar , e aceitava apenas o que lhe interessava. Ela foi uma sábia mulher de negócios, dispensando seu agente e tomando em suas próprias mãos a organização e decisão de seus contratos profissionais. Ela cultivou, cuidadosamente seu público, que incluía um vasto número de ouvintes, sentados em casa ou em lojas, perto dos rádios, o que a transformou numa figura familiar para todos eles.

A época dourada dela aconteceu nos anos 40 e 50. Seu repertório se expandiu das canções românticas modernas para trabalhos neo-clássicos , baseados em costumes historicamente árabes, envolvendo nas composições música e poesia, recontando a vida. Esta música foi considerada genuinamente árabe e se tornou extremamente popular.

Problemas de saúde perseguiram Om Koulsoum toda a sua vida, afetando seriamente sua carreira em 1946. A preocupação com sua voz, a levou a sofrer de depressão, e esta se agravou no ano seguinte a morte de sua mãe, irmão e um sério rompimento amoroso. Em 1949 ela passou a apresentar problemas com seus olhos, agravados pela forte iluminação nos palcos e na televisão. Finalmente ela decidiu usar óculos escuros para suas apresentações em público. Seguiu-se então um longo período em que sua saúde esteve comprometida, e isto durou até 1955. O público considerou com compaixão seu afastamento , aceitando que sua estrela imutável era de fato um ser humano. Um dos nomes atribuídos a ela durante a vida foi " Kaukab al Shark" que significa Estrela do Oriente - observação feita por Omar Naboussi durante a tradução deste artigo - Durante esta fase de sua fase, no lugar de ser esquecida, ela se tornou ainda mais querida pelo público fiel e amoroso que acompanhava sua história.

Por esta época Om iniciou sua parceria com o premiado compositor Mohamed Abdel Wahab. Em 1964, eles produziram aquela que seria uma de suas mais conhecidas canções no mundo todo, " Ente Omri". Esta foi a primeira das dez canções que Mohamed Abdel Wahab escreveu para Om Koulsoum.

Durante os anos 50 e 60, ela expandiu sua atuação se transformando em porta voz de diversas causas ligadas a arte e a música, e entrou para a vida pública. Ela solicitava ajuda governamental para a música e os músicos atuantes no Egito. Depois da guerra de 1967, ela iniciou uma série de concertos dentro e fora de sua terra para angariar fundos para sua causa. Viajou extensivamente dentro do Egito e no mundo árabe, coletando contribuições e doando os resultados obtidos para o governo egípcio. Ela se tornou então conhecida como a voz e o rosto do Egito.

Seus problemas de saúde se agravaram muito com a idade, e sua condição geral se deteriorou drasticamente em 1971. Seu último concerto aconteceu em dezembro de 1972. Em janeiro de 1975 Om Koulsoum sofre uma crise renal que a levou a morte em 3 de fevereiro daquele ano. Milhares de egípcios entristecidos acompanharam seu funeral.

Diz-se que seu repertório completo contava com cerca de 280 canções, em temas os mais variados envolvendo: amor, patriotismo, religião e natureza. Usava tanto o árabe clássico quanto o coloquial. A maioria delas é tão famosa hoje quanto era quando sua intérprete estava entre nós e as apresentava para as multidões. Algumas das mais famosas para nós bailarinas são: " Alf Leila we Leila, Ana Fintezarak, Ente Omri, Fakarouni, Leilet Hob e Lessa Faker.

É de máxima importância para qualquer bailarina oriental profissional conhecer ao menos um pouco sobre a diva da música árabe, Om Koulsoum. Para estudos posteriores vale a pena pesquisar a internet, estando atenta para procurar por todas as diferentes grafias de seu nome. Uma referência maravilhosa é o site http://www.almashriq.com

Artigo escrito por Jasmin Jahal em 2000 -Tradução: Lulu Sabongi fevereiro 2003

Palavras de Fernando Pessoa:
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" O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. "
Você sabia que...
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Entendendo a dança Balady, por HOSSAM RAMZY

Você nunca verá um grupo coreografando um improviso Baladi. Simplesmente não se faz, embora no “SHARQI” haja diversas coreografias de grupos e na verdade, quando o “RAQS SHARQI” começou, usava-se muito a presença de bailarinas de fundo (veja a série de vídeos “Stars or Egypt” ™). Então, o que é Baladi?

Venha comigo para um passeio pelas ruazinhas do Cairo. Não exatamente pela rua Mohammed Ali, o local onde viviam e vivem diversos músicos, dançarinas e outros artistas desde o final do século passado, isto é muito óbvio; vamos para Haret Zeinhom, no distrito El Sayeda Zeinab do Cairo. Mas... Quem vive ali? Pessoas que se mudaram para a cidade algumas centenas de anos atrás, ou ainda antes disso. Estas pessoas vieram de outras cidades do Egito como El Mahalla, El Kobra, Alexandria, Luxor, Aswan, Asyout, Quena, Banha, Damanhour, Domiat, Sohag... ou qualquer outra. OK... Por quê? Para conseguir melhores empregos ou comercializar seus produtos.
Agora, estas pessoas são muito especiais, elas não são como o povo da cidade, entretanto, algumas são muito bem educadas e continuam educando suas crianças. Muitos deles são agora doutores, arquitetos, advogados, militares, diretores de grandes companhias ou ainda estão trabalhando no Governo. E mesmo se tornando parte da cidade grande, eles ainda sentem muito orgulho de suas raízes e portanto ainda são muito ligados a elas, e é isso o que eles sempre irão chamar de “CASA”, a cidade ou vilarejo de onde vieram. Eles dizem que um dia ainda irão retornar a “EL BALADI”, ou seja, meu lugar, minha terra natal.
Em árabe, “BALADI” significa meu país, minha terra natal. Mas para o “sofisticado” povo da cidade (uma das definições do dicionário para Sofisticado é irreal, falso) significa algo que cresce do chão, ou seu país, ou caipiras ou mesmo roupas de gosto duvidoso.

P) Quem ou o que são as mulheres para um homem egípcio / árabe?

R) Uma mulher para um homem egípcio pode ser: Mãe, irmã, filha, tia, avó, prima, noiva, esposa ou empregada doméstica. Bem, um egípcio não poderá NUNCA dizer não para nenhuma destas damas. Elas controlam completamente sua vida. Aquilo que ele come, aquilo que ele veste, o local onde ele irá dormir, que emprego “ELAS” terão orgulho que ele assuma, e

ELAS ESCOLHEM PARA ELE A MULHER COM QUEM ELE IRÁ SE CASAR.

É um jogo da vida, e as mulheres egípcias o jogam apaixonadamente, até o fim.
Lembro-me de quando eu era um jovem no Cairo, eu tinha um grande amigo que também era baterista chamado Tareq, nós dois éramos muito “SOFISTICADOS” (ooops), provenientes de famílias de classe alta. Minha família era Pashas e estava na indústria do cinema e também havia mercadores muito ricos de ouro e diamantes do Khan el Khalili. Um dia, Tareq e eu estávamos em El Hossein, e andávamos atrás de uma moça.
Esta moça Baladi devia ter cerca de 28 anos de idade, e nós tínhamos cerca de 16 ou 17. Ela vestia uma longa Galabeya que estava bem folgada, mas onde o Melaya estava amarrado, podíamos ver a maravilhosa forma de “Coca Cola” (Tamanho padrão) (brincadeirinha) de seu corpo. Havia uma certa parte de sua traseira que se movia independentemente, como dois gatinhos brincando em um saco, ...... Então, ritmicamente, Tareq e eu começamos a cantar um MAKSOUM para seu andar: Dom Tak Trrrrak Dom Retak ....... e após algumas barras de compasso nós não agüentamos mais e começamos a rir. Mas eu nunca esqueci aquele dia. Ela andava como se não houvesse nenhuma outra mulher para se olhar neste abençoado planeta além dela. Até onde ela sabia, ela ERA. Orgulhosa, forte, agradável e muito respeitável, e cheia de força feminina.

E para dançar?

1. Ela terá que dançar bem devagar, conquistando seu espaço pouco a pouco.... Um pequeno taqsim ou um Oud, ou como se faz recentemente, um acordeom ou um saxofone ou mesmo um teclado, é uma boa maneira de começar.

2. Ela terá que dançar em um único ponto, com pequenos e contidos movimentos, muito contida mas cheia de sentimento pela música, e expressando a música.
3. Se a música faz uma nota longa, ela ondula com esta nota como os brotos de bambu ao longo das margens do Nilo, ondulando com a força da brisa.

4. Se a música tem pequenos sons acelerados, ou mesmo tremidos, ela faz o shimmie acompanhando. O bambu também é chamado de Oud, de onde vem o nome da introdução do Taqsim assim como também é usado para o instrumento Oud (alaúde). É por isso que também é chamado de AWWADY. Esta parte é como um Mawwal (canto livre, nostálgico e não-rítmico) de um instrumento.

Quando o gelo começa a ser quebrado, o ritmo é introduzido pouco a pouco novamente. Como isto é feito? O Taqsim dissolve-se e volta à sua escala de abertura (a escala musical volta ao início) então os instrumentalistas fazem um jogo de pergunta e resposta com os percussionistas. Tanto as perguntas quanto as respostas cabem em uma barra do ritmo na mesma velocidade como se e quando elas continuassem, os músicos tocassem juntos, mas em um estilo de pergunta e resposta. A melodia toca em 2 e 3 – então a percussão toca em 4 e 1, POR QUATRO TEMPOS ou por oito tempos, brincando alegremente e incitando a bailarina a dançar com mais e mais ritmo e então eles iniciam um ritmo Maksoum (balady de um dum) contínuo. Esta parte de perguntas e respostas é chamada Me-Attaa. Significa quebrar pequenos pedacinhos da música e do ritmo.

Uma vez que o ritmo esteja estabelecido, a bailarina ainda dança de forma conservadora, mas com um pouco mais da sensualidade e um toque feminino pessoal. Após um pouco mais de tempo os músicos iniciam um tipo diferente de perguntas e respostas ( Me-Attaa), um pouco mais veloz indicando a possibilidade da chegada de um ritmo ainda mais rápido.

Então eles entram em um Maqsoum acelerado. Neste momento, a bailarina está livre de todas as inibições e, então chega a hora do ÚNICO PASSO DE DANÇA QUE É VERDADEIRO E TRADICIONAL, CONHECIDO POR TODAS AS MULHERES EGÍPCIAS, O BALANÇO DOS QUADRIS (por favor observe o artigo de Hossam na Habibi Magazine, está bem explicado ali).. Nesta parte, os músicos tocam uma canção saudosa do folclore egípcio, ao som do Mizmar... Isto soa como acentos em 2 e 4:

Isto pode prosseguir por algum tempo, mas enfim teremos que voltar para o mundo das PESSOAS BALADI, não é? Isso quer dizer voltar para as raízes, o lado caipira, as fazendas e vida no campo, o estilo Fallahy de viver, então voltamos a um outro Me-Atta, mas estas perguntas e respostas diminuem gradualmente de modo que você pode PUXAR o ritmo FALLAHY para um rápido Maqsoum (Puxar, em egípcio, é Magrour) o que é, em essência, o ritmo Fallahy.
Neste ponto, elas normalmente fazem a Andada Egípcia (para os ocidentais, Andada com Shimmy). O TET também pode ser tocado com o Fallahy.

E, assim,os músicos devem acalmar a música gradualmente ou as pessoas ficarão muito enlouquecidas se eles pararem de repente, então eles diminuem mais e mais e mais a música até voltar para o Taqsim Awwady original, e um final gentil. É assim que e porque uma mulher BALADI dança o Baladi.

Isto tem sido incorporado e repetido em palcos, em quase todas as casas noturnas por causa da necessidade de haver variedade nos programas destas casas, pois . basicamente, dança-se o RAQS SHARQI. Nas casas noturnas eles fazem um pouco de introdução SOFISTICADA na música, e se dança usando uma roupa de duas peças, como uma mulher Baladi jamais seria vista usando, pois é uma coisa SHARQI. (Muitas pessoas confundem chamando aquilo de roupa estilo clássico, mas não é. Esta é uma idéia relativamente nova que chegou por meio das casas noturnas, e é governada pelas leis do quanto mais pode ser exposto e mostrado pelas assim chamadas “dançarinas de Raqs Sharqi”, que se tivessem chance naquela época, teriam mostrado ainda muito mais do que você pode imaginar) então elas saem do palco para trocar esta roupa pela peça única chamada THOUB (vestido, o que as moças Baladi usam) para fazer um número Baladi ou de algum outro folclore o solo de percussão e a saída.
Verifique qualquer gravação de música Baladi, de qualquer músico ou em qualquer CD ou vídeo. Se você me perguntar quem é a melhor dançarina de Baladi em todo o Egito hoje, a resposta é simplesmente LUCY. Antes era a Senhora Nagwa Fouad.

Com muito ritmo

Hossam Ramzy.

Depoimentos
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Parceiros..............................................16 Novidade...........................17 Notícias............................................18



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